"Ela buscava nos livros o final feliz que não encontrava na realidade."
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
“-Chora não menina boba. Era só um garotinho igual a todos os outros que têm nas lojas. Que modelo você quer agora? Quer o modelo que fala irado, o que fala maior vibe ou o que fala insano?
-Ah, mãe, queria um que falasse coisas mais inteligentes e profundas, tem desse?
-Tem, mas custa um pouco mais caro porque é importado de outro planeta. Nada que dez vezes no cartão não resolva.”.
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tati bernardi
sábado, 15 de outubro de 2011
tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. em construir castelos sem pensar nos ventos. em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. a manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. dá sempre pra tirar um coelho da cartola. e lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. eu sei que vou. insisto na caminhada. o que não dá é pra ficar parada. se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. e refaço. colo. pinto e bordo. porque a força de dentro é maior. maior que todo mal que existe no mundo. maior que todos os ventos contrários. é maior porque é do bem. e nisso, sim, acredito até o fim.
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tati bernardi
sábado, 8 de outubro de 2011
"Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama."
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amor,
William Shakespeare
domingo, 2 de outubro de 2011
Vem cá. Me dá aqui a sua mão. Coloca sobre meu peito. Agora escute. Olha o tumtumtum. Você pode me ouvir? É pra você, seu besta! É por você que meu coração bate! (Ele, que de tanto bater, parou sem querer outro dia). Posso confessar? Jura que vai acreditar em mim? A verdade é que estou de saco cheio de histórias românticas. Meus casos de amor já não têm a menor graça. Será que você me entende? Eu não escrevo porque vivo amores cinematográficos e quero contar pro mundo. Não!! Eu escrevo porque eu sou uma maluca. Minha vida é real demais. Um filme B pra ser mais exata. E eu não acho graça em amores sem final feliz. Por isso, invento. Pro sangue correr pelas veias, pra lágrima cair dos olhos, pra adrenalina sacudir o corpo. Eu invento amores pra ver se eu acredito em mim. (Acredita?). Mas hoje eu estou cansada. Estou cansada de mentiras, de realidade, de telefone mudo e de músicas sem letra.(...)
(...)Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também.
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amor,
fernanda mello
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu, descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim um recomeço ..
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livros
sábado, 3 de setembro de 2011
eu abro meus olhos
eu tento enxergar, mas estou cega
não consigo lembrar como
não consigo lembrar por quê
estou deitada aqui hoje
e eu não posso aguentar essa dor
e eu não posso fazê-la ir embora
não, eu não posso aguentar essa dor
como isto pôde acontecer comigo ?
eu cometi meus erros,
não tenho pra onde correr
e a noite continua
estou quase desistindo
estou cansada dessa vida
eu só quero gritar
como isto pôde acontecer comigo ?
todo mundo está gritando
eu tento fazer um som,
mas ninguém me ouve
estou caindo do alto
estou pendurada por um fio
eu quero começar de novo
então eu tento esperar
pelo tempo quando nada importava
e eu não consigo explicar o que aconteceu
e eu não posso apagar as coisas que fiz
não, eu não posso mais..
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músicas
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